Gostosa comédia romântica do roteirista Miguel Lamata, intensa em diálogos inteligentes e frases de referência. Fala sobre nossa responsabilidade em como vivemos e nos relacionamos.
Margarita com Canudinho (2014)
Em um tom leve e otimista, um olhar delicado da diretora indiana Shonali Bose sobre o 'descobrir-se' de uma adolescente com paralisia cerebral - sua busca por autonomia e auto-estima, sua exploração e descoberta da sexualidade. Uma lembrança de que tudo está em nós. Somos o que fazemos de nós mesmos.
A Extraordinária Jornada do Faquir (2018)
Em uma trama mágica sobre amor e aventura, e percorrendo três continentes, narra de forma leve e divertida a história de um indiano que realiza o sonho da mãe de ir à Paris e apaixona-se por uma franco-americana, mas acaba com um grupo de refugiados. Baseado no best-seller homônimo de Romain Puértolas.
Buscando… (2018)
Um pai na busca pela filha desaparecida. Uma história cheia de reviravoltas que nos leva de um lado para outro sem nenhuma previsibilidade, contada em uma linguagem cinematográfica quase inteiramente virtual, onde a tela do cinema se transforma na tela do computador. Um olhar visceral sobre o 'mundo conectado', com suas inúmeras facilidades e onde é muito fácil perder-se, para uma solidão e enclausuramento que nos deixam vulneráveis à nossa própria realidade.
Guerra Fria (2018)
Um casal ligado pela música. Uma celebração da paixão como força incondicional. Uma história permeada por idas e vindas, encontros e desencontros, conexão e desconexão. Rico em imagens e econômico em diálogos, um lindíssimo e instigante filme para refletir sobre o amor.
A Garota Ocidental (2016) | O Que as Pessoas Vão Dizer (2017)
Duas histórias sobre o conflito entre tradições culturais e liberdades individuais; sobre diferentes percepções sob as mesmas circunstâncias; sobre escolhas. Dois registros irrefutáveis de que somos aquilo que fazemos de nós mesmos.
Moral da História (2015)
Uma deliciosa mostra do cinema dinamarquês, retrata paixões e incertezas, desapontamentos e prazeres, lágrimas e vozes de um grupo heterogêneo de amigos que busca superar as dificuldades e complicações de suas vidas. Dedico esta reflexão a quatro figurinhas com quem tive o prazer de compartilhar momentos encantadores recentemente, amigas de longa data e que me acolheram com muito carinho, e a todos que estiveram e estão comigo, apoiando-me e inspirando-me em minha própria jornada. Namastê!
Hanami – Cerejeiras em Flor (2008)
Uma doença terminal. A esperança de realizar um sonho. Mais do que um filme sobre a efemeridade da vida, uma narrativa sensível sobre a descoberta de si mesmo através do outro. Uma lembrança de que mesmo na brevidade, há tempo para mudança.
Elling (2001)
Uma obra-prima nórdica praticamente desconhecida, do diretor Petter Næss, narra a re-inserção social de dois pacientes psiquiátricos quarentões. Um olhar singelo e cirúrgico sobre a psicose, surto e tratamento de inserção psicossocial.
My Happy Family (2017)
Uma sociedade patriarcal. Três gerações vivendo sob um mesmo teto. Uma mulher de 52 anos, esposa e mãe, choca sua tradicional família georgiana ao anunciar que vai sair de casa para morar sozinha. Uma historia de coragem, de quebra de paradigmas, de busca do viver pleno.
O Céu de Tóquio à Noite é Sempre do Mais Denso Tom de Azul (2017)
Uma desiludida enfermeira. Um esperançoso operário, cego de um olho. Existências solitárias que se cruzam sob o céu de Tóquio. Uma trama visceral do diretor Yûya Ishii, desenvolvida em harmonia a partir de dois olhares. Um retrato de uma sociedade em busca da sobrevivência, onde até mesmo as rotinas diárias mais mundanas revelam-se uma luta interminável, repleta de desafios, tragédia e solidão.
A Caça (2012) | Infâmia (1961)
Crônicas atemporais sobre o convívio em sociedade, abordam com competência e sensibilidade a calúnia e a difamação por crianças, de difícil contestação pela crença de que 'criança não mente', colocando-nos frente à tendência do ser humano a julgar e o quão frágil é a credibilidade.
++ Cantando e Dançando
Um musical pode ser muito mais do que simplesmente um monte de cantoria por todos os lados. Também não é sinônimo de enredo fraco e entediante e, mesmo quando o enredo não é excepcional, música faz bem para a alma. Nas palavras de Nietzsche, "Sem música, a vida seria um erro".
++ Gregory Peck
Gregory Peck foi um premiado ator estadunidense. Seu personagem mais famoso, o advogado Atticus Finch em 'O Sol é Para Todos' (1962) - pelo qual recebeu o Oscar de melhor ator, foi escolhido o maior herói das telas pelo American Film Institute em maio de 2003, apenas duas semanas antes de sua morte.
++ Audrey Hepburn
Audrey Hepburn foi uma premiada atriz britânica, considerada um ícone de requinte e elegância e, segundo o American Film Institute, a terceira maior lenda feminina do cinema. Mais que uma estrela hollywoodiana, foi uma mulher incrível, doce, encantadora e, acima de tudo, altruísta Embaixadora da UNICEF, seu principal papel, recebeu um Oscar honorário por sua contribuição humanitária.














